Piscina do Estádio do Pacaembu. São Paulo, 1945.
Thomaz Farkas.


E, de repente, o inevitável voo.
Resvalo. Tino puro.
Teu e meu.


3 comentários:

Anônimo disse...

"Que sorte a nossa, hein?!"

Anônimo disse...

Céu, tão grande é o céu
E bandos de nuvens que passam ligeiras
Prá onde elas vão, ah, eu não sei, não sei
E o vento que toca nas folhas
Contando as histórias que são de ninguém
Mas que são minhas e de você também
Ai, Dindi
Se soubesses o bem que eu te quero
O mundo seria, Dindi, tudo, Dindi, lindo, Dindi.
Ai, Dindi...
Se um dia você for embora me leva contigo, Dindi
Olha, Dindi, fica, Dindi
E as águas desse rio
Onde vão, eu não sei
A minha vida inteira, esperei, esperei
Por você, Dindi
Que é a coisa mais linda que existe
Ah você não existe Dindi
Olha Dindi, adivinha Dindi,
Deixa Dindi
Que eu te adore Dindi...

Anônimo disse...

.Não posso mais ler-te.
Desatina-me a paixão...
Mas, só assim para saber-te.