Cartola.
Walter Firmo.

Carro velho, lataria cheia de massa, quase sem cor. “E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo ... a alvorada...”. O poeta envolvido em tule, cetim, fitas. Pela janela, risos e serpentinas. Não saberia dizer quantas pessoas estavam naquele carro. Sei que toda cor estava ali. Espetáculo no tempo de um farol. Suficiente para sorrir e me apaixonar pelo carnaval.