Ipanema, 1986.
Paulo Fridman.


Abriu minha mão e nela colocou uma pedrinha. Escura, com pequenas manchinhas claras ... lembrava uma antiga gravura japonesa de tão delicada. Veio acompanhada de um sorriso, aquele que puxa o meu. Ação e reação, mesmo quando não quero. Fazer o quê? Se você faz a vida boa feito uma bossa do Tom. Se comigo, você simplesmente não desafina. Eterna manhã de domingo.

E entro em casa assim. Vou pra cama assim. Sorriso no rosto e uma pedrinha na mão.

Um comentário:

lelê disse...

Você encheu meu coração de felicidade com essa mensagem.

Linda. Delicada. Como você.

Te adoro